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Dia da Consciência Negra – Feriado de Zumbi
O Sinal-RJ convida você para uma reunião amanhã, 3ªf, 13/11, 12h30, na sede do SINAL-RJ, com o consultor jurídico Dr. Paulo Cesar Salles, para tratar das providências necessárias para garantir o direito dos servidores do BCB-RJ, referentes ao feriado do dia 20.11, que a DIRAD insiste em não reconhecer.
Sede do Sinal-RJ - Av. Presidente Vargas, 962/11º andar - Tel: 3184-3500
(ao lado do prédio da EMBRATEL)
Plano CD ou SinalPrev
Bastou o Sinal investir recursos e sair a campo com o SinalPrev para o Banco Central resolver reexaminar a inviabilidade – até pouco tempo atrás alegada pela Administração – da instituição, na Centrus, do plano de contribuição definida – Plano CD –, mediante patrocínio não contributivo do BCB, pendente desde a MPv nº 1.535-7, de 11 de julho de 1997, convertida, após várias reedições, na Lei nº 9.650/98, de 27 de maio de 1998.
Lutando pela aprovação da PEC 555
Conforme noticiamos no Apito 157, os coordenadores da Frente São Paulo pela PEC 555, Paulo Lino (Sinal-SP) e Luiz Fuchs (Sindifisco-SP), reuniram-se dia 8 passado com o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS) e entregaram um ofício solicitando a imediata inclusão da PEC na ordem do dia, para votação em plenário.
NOVENTA E QUATRO PROPOSTAS SOBRE A VALORIZAÇÃO DAS REGIONAIS
Marcelo Mello
De 15 a 18 de novembro será realizada, em Belém (PA), a XXV Assembleia Nacional Deliberativa (AND) do Sinal.
Principal momento de deliberação sobre os rumos a ser tomados, nos próximos dois anos, por nosso Sindicato, a AND deverá contar com a participação de cerca de cem delegados, eleitos nas dez praças do BCB.
A significativa e inadiável questão da Valorização das Regionais será um dos três temas em debate na AND (os outros dois serão Política Salarial e Alterações Estatutárias).
No último dia 5, 2a.-feira passada, no Rio de Janeiro, os colegas das fotos produziram, a partir de 6 perguntas, um total de 94 propostas sobre a Valorização das Regionais, a ser submetidas à AND após um processo de adequação, consolidação etc.
Apresentamos a você, a seguir, ainda sem sua formatação final, tais proposições.
Boa leitura!
a) Que tipo de presença o BCB deve ter no território nacional?
1) Representação nas principais cidades brasileiras;
2) Representatividade em todas as cidades de população acima de 1.000.000 de habitantes e em todas as capitais da Federação e aquelas tidas como polos econômicos;
3) Representação do MECIR em todas as localidades acima;
4) Idem, atendimento ao público;
5) No caso da supervisão bancária, retornar o uso da fiscalização das agências;
6) Representação nas principais cidades brasileiras, sem que se tenha uma mesma estrutura administrativa (padronizada), ou seja, a atividade predominante na região é que irá definir;
7) O BC deve ter maior visibilidade em todo território nacional, com representação em todos os estados;
8) A mais abrangente possível, utilizando os meios de comunicação que a tecnologia permitir, além da presença física;
9) Escritórios temporários de acordo com as demandas econômicas;
10) Presença física atendendo as demandas da sociedade local;
11) Presença constante em prol da sociedade, a qual é obrigação do BC exercer;
12) Presença voltada ao atendimento de pessoas físicas e jurídicas.
b) O que a administração do BCB deve fazer, com vistas à valorização das regionais?
13) Iniciar, imediatamente, o processo de descentralização de componentes administrativos, atualmente existentes na Sede, a exemplo do que o DEPES já vem fazendo por interesse próprio;
14) Aumentar o número de regionais ou representações e a quantidade de servidores nelas;
15) Descentralizar a Sede Brasília;
16) Primeiro preencher quadro funcional através de concursos e que os aprovados migrem para as demais regionais;
17) Distribuição equânime das comissões;
18) Acabar com a concentração de departamentos em Brasília. Criar canais para ouvir as demandas das regionais;
19) SAP ou SAC em todas as regionais;
20) Indicar um representante com autonomia/autoridade que participe das reuniões da superior administração do BCB;
21) Descentralizar as comissões no âmbito da Sede;
22) Escritórios temporários subordinados às regionais para aumentar a área de atuação em polos econômicos de maior relevância;
23) Ampliação do número de representações regionais em território brasileiro;
24) Cargos com grau de responsabilidade semelhantes na sede e nas regionais devem ter o mesmo critério de comissionamento;
25) Devolver às regionais tudo que foi retirado;
26) Liberação de ponto dos representantes do Sinal, pelo menos 3;
27) Resgatar as funções do MECIR que foram dadas ao BB;
c) O que o SINAL deve fazer com vista à valorização das regionais?
28) Aumentar a presença em cada regional;
29) Promoção de debates sobre o papel do Banco;
30) Os debates como papel de envolvimento com os servidores;
31) Enfatizar a redução da terceirização, capacitando os servidores para essas tarefas;
32) Solicitar reuniões abertas das diretorias com a participação do Sinal e dos servidores;
33) Cobrar do Banco o resgate das atribuições regionais;
34) Cobrar do Banco realização de concursos regionalizados;
35) Buscar novas propostas entre todos os servidores:
36) Debates interativos, como esse, para produção de propostas;
37) Promoção de debate com a sociedade sobre o BC e o SFN;
38) Trabalhar para diminuir a distância entre os servidores que executam daqueles que decidem;
39) Demandar que o diretor de Administração visite, anualmente, as regionais com o objetivo de conhecer as demandas locais;
40) Requisitar participação do Sinal e dos servidores sobre reestruturações do Banco;
41) As representações do Sinal devem buscar inserção e apoio na representação política social;
42) Reunião com todos os diretores, das diversas áreas, ressaltando a necessidade de participação direta nos assuntos de responsabilidade das regionais;
43) Exigir que o BC, dentro da Lei de Acesso à Informação, ofereça o mesmo grau de informação dado aos servidores e gerentes da Sede aos servidores das regionais, principalmente aquelas relativas às estratégias e táticas de trabalho;
44) Campanha intensiva de filiação dos servidores;
45) Pressionar o BCB a assumir novas atribuições inerentes a sua responsabilidade, como carta de crédito, factoring etc.
46) Domínio do quadro nacional de comissionamento e a contraposição à estrutura de cargos no BC;
d) O que é possível fazer, para além do que hoje se encontra estabelecido (ou seja, de modo radicalmente inovador, vanguardista, “fora do quadrado”), com vistas à valorização das regionais?
47) Participação do SINAL no planejamento estratégico;
48) Identificar, nos registros existentes, que refletem as posições oficiais do BC acerca do assunto, aquelas que versam sobre o tema, para exploração de possíveis brechas;
49) Resgate das atribuições do Banco que foram transferidas para a Sede;
50) Devolver o controle de atividades regionalizadas para as regionais;
51) Adotar práticas de gestão que viabilizem o trabalho em casa;
52) Dar aos departamentos do BCB o status de agências reguladoras;
53) Promover maior colaboração entre o BC e governos e assembleias estaduais;
54) Criação do cargo de diretor representante dos servidores, com assento na diretoria colegiada, com direito a voto;
55) Criação de espaço para recepção de denúncias anônimas referente a atos de corrupção e/ou improbidade;
56) Criação de bancos centrais regionalizados (nos moldes do FED);
57) Implementação da figura do chefe de departamento regional com assento no colegiado;
58) Descentralização de atividades hoje centralizadas em Brasília;
e) O que é possível fazer para que a valorização das regionais influa positivamente na qualidade de vida no trabalho (QVT) dos servidores do BCB?
59) Maior autonomia aos servidores das regionais permitirá mais satisfação no trabalho, portanto QVT;
60) Flexibilização do horário de trabalho tendo em vista as condições locais/regionais, trânsito, cultura local etc.
61) Realização de concursos para suprir lacunas e oxigenar as regionais;
62) Indicação de 1 (um) representante com autonomia/autoridade junto à superior administração;
63) Qualquer coisa que se faça em relação à valorização já reflete positivamente na QVT dos servidores;
64) Maior participação no processo decisório;
65) Levar em conta o feedback de quem faz (o serviço, a tarefa), o executor;
66) Mais imposição das regionais (ex.: SP em relação ao mercado financeiro);
67) A política de valorização deve efetivamente promover a descentralização das atividades para impactar realmente a QVT;
68) A valorização das regionais só vai acontecer com a valorização dos servidores;
69) Maior incremento da capacitação do servidor regional em conformidade com aquilo que ele realiza;
70) Mudança radical na política, na visão do Banco Central; hoje temos uma visão restrita, já que é centralizadora;
71) A permanência do servidor em local próximo a seus familiares (a regionalização de concursos resolveria isso, acabando o processo de mobilidade);
72) Trabalho em casa, diminuindo assim o fluxo do trânsito, aumenta a QVT e o tempo dedicado às tarefas;
73) BC incentivar junto às prefeituras locais a criação de ciclovias para acesso ao local, com esquema de estacionamento e segurança;
f) Indique algumas resistências esperadas no processo de valorização das regionais e algumas estratégias possíveis de superação de tais resistências.
74) Valorização é capacitar postos de comando. É isso se consubstancia com funções de responsabilidade;
75) Responsabilidade deve ser remunerada (comissionamento);
76) Resistência na sede devido a uma prática/política de centralização das comissões em Brasília;
77) Com a verticalização, as responsabilidades, mas com critérios de comissionamento diferentes;
78) Há resistências na própria representação sindical (SINAL);
79) A superior administração, com a perda de autoridade, oferecerá resistência;
80) Como estratégia, a valorização do representante regional, com a volta dos departamentos;
81) Estratégia: envolver a representação política local (deputados/senadores) em favor das regionais;
82) Resistência da Sede;
83) Participação de representantes das regionais nos eventos de planejamento estratégico, independente do nível de comissionamento;
84) Procurar não normatização do BC, possíveis brechas;
85) Dificuldade em se aceitar a descentralização para parte da cúpula;
86) Resistência à inovação/ões pois a corroboração final está sempre a um nível acima;
87) O processo de discussão deveria ser mais fragmentado, ou seja, com mais espaços de debate;
88) Resistência associada para perda de poder na sede de decisão e de recursos financeiros;
89) Aumento da autonomia administrativa do BC;
90) Aumento da mobilidade para as regionais;
91) Com a informatização do processo de trabalho, a Sede não justifica a centralização;
92) O mesmo argumento serve para o trabalho nas regionais e, no limite, em casa;
93) Argumento dos custos com as regionais, que seriam mais altos;
94) O custo não pode ser impeditivo para qualidade de vida no trabalho (QVT).
Pela aprovação da PEC 555
Dando seguimento ao trabalho pela aprovação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 555, que isenta gradativamente da contribuição previdenciária os servidores públicos aposentados e pensionistas, os coordenadores da Frente São Paulo pela PEC 555, Paulo Lino (Sinal-SP) e Luiz Fuchs (Sindifisco-SP), reuniram-se hoje, 8, com o presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS). Eles entregaram documento solicitando a imediata inclusão da PEC na ordem do dia, para votação em plenário.
Foto: Rodolfo Stuckert
GT do Sinal articula apoios no Congresso
O Grupo de Trabalho do Sinal, composto pelo diretores nacionais de Relações Externas, José Ricardo, de Estudos Técnicos, Edilson Rodrigues de Souza, e pelos representantes dos Conselhos Regionais, Abrahão Patruni Jr. (Curitiba) e Paulo Lino (São Paulo), em constante atuação no Congresso Nacional, reforçou nesta semana a articulação com o Parlamento para acelerar a (re) abertura de negociações salariais com o governo.
Reunião com o Grupo Fisco
Na manhã de ontem, 7, o conselheiro regional de São Paulo, Paulo Lino, representando o Sinal, participou de reunião na Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip) com diretores das três entidades do Grupo Fisco.
Fórum das [32] Entidades Nacionais de Servidores Públicos realiza seminário sobre direito de greve e negociação coletiva
O evento, ocorrido ontem, 7, em Brasília, contou com a presença do diretor nacional de Assuntos Intersindicais do Sinal, Iso Sendacz.
Mendonça reforça, em Congresso da Unacon, posição do MPOG sobre proposta salarial
O presidente nacional do Sinal, Sérgio Belsito, participou ontem, 7, do II Congresso Nacional da Carreira de Finanças e Controle (II Conacon), a convite da Unacon Sindical, para debater "democratização das relações de trabalho, lei de greve e regulamentação do artigo 151 da convenção da OIT”.
