Inicial 2012

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Presidente do Sinal-DF diz que a qualificação do profissional define sua remuneração em todo o mundo

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Muitas perguntas são feitas em relação à campanha salarial dos servidores das carreiras de Estado. O presidente José Ricardo, responde a algumas questões que ajudarão e entender o que vem sendo pleiteado. Confira a entrevista:

Obrigado, Anderson.

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O Sinal-DF presta uma homenagem a Anderson Ferreira dos Santos, gerente administrativo que por 15 anos trabalhou para o sindicato. Hoje, ele parte para uma nova etapa de sua vida, como funcionário público da Caixa Econômica Federal.

Deu na mídia

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» Lula defende posição de Dilma em greve de servidores federais Agência Estado - 16/8/2012 » Privatização envergonhada O Globo - 16/8/2012 

CN reúne-se amanhã e sábado no Rio de Janeiro

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Como principal ponto da pauta, a (não) negociação da Campanha Salarial com o governo.

Governo marca, anuncia e desmarca reunião de negociação com sindicatos do ciclo de gestão

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O governo marcou e desmarcou a reunião da tarde de hoje, 16, com entidades representativas das carreiras pertencentes ao ciclo de gestão do Estado. Até o momento, o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG) não sugeriu nova data. Também foi desmarcada a reunião  de amanhã, 17, com representantes sindicais da Polícia e da Receita federais. Tal como informamos no Apito de ontem, 15, os encontros do Planejamento com segmentos do serviço público realizadas na terça-feira, 14, como os das universidades federais e do Incra, não apresentaram qualquer resultado. Enquanto isso, os jornais de hoje (ver Deu na mídia) anunciam que o governo apresentará proposta ao funcionalismo. O Sinal, integrante da União das Carreiras de Estado (UCE), protocolou novamente pedido de audiência com o ministro-presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, alertando, inclusive, para a possibilidade de greve por tempo indeterminado a ser discutida em Assembleia Geral Nacional pré-marcada para o dia 20 de agosto. Sem rumo Apesar de as entidades terem esclarecido à mídia, em coletiva realizada terça-feira, 14, que o governo distorce números relativos à folha dos servidores, em Brasília, fontes do Planalto já informam em off, nos bastidores, que o tal impacto é, na verdade, de R$ 20 bilhões e não como afirmava o governo até ontem, 15, de R$ 92 bilhões.

Construtora do prédio da Gamboa entra em recuperação judicial

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Construtora do prédio da Gamboa entra em recuperação judicial Com dívidas de mais de 150 milhões na praça, situação da empresa goiana Engefort deixa dúvidas quanto a conclusão da obra Há poucos dias, o SINAL RJ foi alertado pelo Deputado Marcelo Freixo ( PSOL-RJ) sobre a situação delicada porque passa a Engefort, construtora do prédio do BCB na Gamboa. Após uma busca de informações, o Departamento Jurídico do sindicato localizou o processo 201202606215, em tramitação na 9ª Vara Cível de Goiânia, no qual o juiz Sandro Cassio de Melo Fangundes deferiu o pedido de recuperação judicial da construtora, decisão comunicada em 31.07.2012. A recuperação judicial é uma medida legal destinada a evitar a falência, proporcionando ao empresário devedor a possibilidade de apresentar, em juízo, aos seus credores, formas para quitação do débito, sendo na pratica, uma nova “roupagem” da antiga concordata, prevista na Nova Lei de Falências (Lei nº 11.101/2005). A notícia já repercute na imprensa nacional, tendo sido destaque no jornal O Popular, de Goiânia, cidade onde a construtora é sediada. O SINAL-RJ entende que, face ao atual quadro de incertezas e tendo o BCB a sua disposição o prédio da Av. Presidente Vargas, que se encontra em boas condições e que vem recebendo constantes melhorias, é desaconselhável que se gaste cerca de 45 milhões a mais para a ampliação de 3 para 7 andares do prédio da Gamboa, até porque essa ampliação se mostra improvável, pois um aditivo nesse valor superaria o limite de 25% do valor do contrato original, conforme previsto na Lei 8666/93 Ainda há tempo para que seja feita uma reflexão, corrigindo esse equivoco de imprevistas consequências.    

O que pretende a presidente Dilma?

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“Todos favorecei em seus ofícios, segundo têm das vidas o talento...” (Luís de Camões) A Esplanada dos Ministérios tende a ser ocupada hoje, 15, e nos próximos dias como nunca antes na história da cinquentona Capital. Em um ano e meio de gestão, Dilma Rousseff mostra a que veio, mas não explica o que quer. Também hoje, em meio a uma série de movimentos paredistas, o governo anuncia um pacote de privatizações - rodovias, aeroportos, portos e ferrovias sequer construídas - como anunciou a revista Veja desta semana, que, prontamente “hipotecou” em editorial o projeto-empresa da presidente. Tudo isso com a imprensa afirmando que as greves já afetam as obras do PAC. Quais? As interrompidas por desvios de recursos ou as embargadas (como a de Belo Monte) por conta do governo não cumprir as etapas exigidas pelos próprios institutos governamentais? Sobre as negociações com os servidores, como em várias áreas, a cada dia sai um novo discurso, todos antidemocráticos e desconhecedores das necessidades do Estado. O anúncio de ontem, 14, por exemplo, afirmava que o governo iria negociar “reajustes” para os que ganham menos. Pois as primeiras reuniões realizadas com representantes sindicais das universidades federais e servidores do Incra não resultaram em nada. Ao contrário, a do Incra terminou em confronto, com o secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento feito refém. A terceira, com a Fasubra, foi desmarcada. Um ou outro jornalista lembra que já são quase dois anos de conversas servidores-governo sem propostas. Em meio a esse monólogo, pretende o governo mostrar dureza com o “sindicalismo”, sempre tratado pela “elite” como causador de problemas. A crítica vale para os setores públicos ou privados. Na verdade, desde a colonização, trabalhadores, ao lutarem por direitos e liberdades, sempre enfrentaram em nosso país hostilizações de setores privilegiados, leia-se empresários e governos. Vários jornais repetem quase diariamente que, no período Lula, o governo deu aumentos estratosféricos aos servidores, sem informar, por exemplo, que o funcionalismo permaneceu anos sem reajustes salariais. Tal como agora, com perdas acumuladas desde 2008 em mais de 20% para a maioria das categorias do serviço público. Decreto Fura-Greve, ações na Justiça contra o direito constitucional de paralisação, privatização do gerenciamento do Estado, falta de diálogo, discursos autoritários como o de ontem com os boxeadores medalhistas das Olímpiadas de Londres – “vou boxear o que impede o crescimento do país” não passam de BRAVATAS com o objetivo de desviar o foco do perigo que se avizinha: o governo está sem rumo. E, nessa nau, provoca os que cuidam da educação e, também, o que garantem de fato a estabilidade econômica e de gestão do Estado. Pelos 23% Já! Em defesa dos servidores e do ESTADO BRASILEIRO!

Grevistas do Incra e do MDA desocupam sala no Ministério do Planejamento

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Agência Brasil Publicação: 14/08/2012 21:24 Atualização: Os cerca de 30 manifestantes do Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA) e do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) deixaram há pouco a sala de reuniões que ocupavam desde as 16h30, no Ministério do Planejamento. Segundo o diretor da Associação dos Servidores do MDA, Marcius Alves Crispim, os representantes desocuparam o local em “respeito às outras categorias” que têm reuniões agendadas. “Achamos que nossa ação cumpriu o papel que é chamar a atenção para a falta de respeito do governo. Foram cinco reuniões sem nenhuma proposta”. Crispim reclamou da postura do governo nas reuniões. “É uma mesa de enrolação para cansar o movimento. Não há proposta. Para nós isso é uma estratégia do governo, que só conversa, não apresenta proposta e não negocia. Depois enfia qualquer coisa ou nada no Orçamento”. Devido a ocupação da sala da Secretaria de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, as reuniões que o governo teria com representantes da Federação de Sindicatos de Trabalhadores das Universidades Brasileiras (Fasubra) e do Sindicato Nacional dos Servidores Federais da Educação Básica, Profissional e Tecnológica (Sinasefe) foram remarcadas para amanhã (15/7). O secretário de Relações do Trabalho do Ministério do Planejamento, Sérgio Mendonça, disse que tem ocorrido uma “sequência de conversas” nos últimos dias. “O governo está avaliando um contexto de proposta orçamentária. Não temos números ainda. É uma avaliação complexa, tanto externa quanto interna da economia brasileira, onde qualquer decisão se torna difícil”. A nova rodada de negociações, previamente agendada para ocorrer nesta quinta-feira (16), foi remarcada para a próxima segunda-feira (20). Segundo Crispim, o governo sinalizou apresentar uma proposta concreta na nova data.   Grevistas se recusam a sair de ministério após governo adiar reunião Greve dos servidores traz perdas de US$ 12 milhões diários aos exportadores Leia mais notícias de Economia Na avaliação do Ministério do Planejamento a greve dos servidores federais atinge entre 70 mil e 80 mil pessoas. “Temos 520 mil servidores ativos. Se tivessem 350 mil em greve, o país estaria parado e isso não está ocorrendo. A maior parte dos serviços públicos estão funcionando”, disse Mendonça. A Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef) estima que 350 mil servidores estejam parados. Amanhã, o secretário recebe também os representantes do Federação Nacional dos Policiais Federais (Fenapefe), Fundação Oswaldo Cruz (FioCruz), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTTS).

Deu na mídia

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» Greve dos servidores traz perdas de US$ 12 milhões diários aos exportadores Correio Braziliense - 14/8/2012 » Dilma espera estimular o investimento privado com consessões de rodovias Correio Braziliense - 15/8/2012 » Grevistas do Incra e do MDA desocupam sala no Ministério do Planejamento Correio Braziliense - 14/8/2012  

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