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Reciprocidade ou ação de governo?

O ministro da Secretaria de Governo, responsável pela articulação do Planalto com o Congresso Nacional, Carlos Marun, atual encarregado de conseguir dos deputados federais os 308 votos favoráveis à aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 287/2016, que reforma as regras da Previdência, afirmou, ontem, 26 de dezembro, que o Governo está condicionando a liberação de financiamentos de bancos públicos, como a Caixa Econômica Federal, para os Estados brasileiros ao apoio à “Reforma”. Antes que se pense mal da operação, o ministro tratou de explicar que não se trata de uma chantagem, mas, sim, de uma “ação de governo”, seja lá o que isto for.
Reforma da Previdência e Negociação Coletiva: Fonacate e Fonasefe planejam ações para 2018

O Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate) e o Fórum das Entidades Nacionais dos Servidores Públicos Federais (Fonasefe), dos quais o Sinal faz parte atuante, reuniram-se conjuntamente na última quinta-feira, 21, para avaliar os últimos atos realizados e planejar a atuação para o ano de 2018, de forma a continuar combatendo os ataques do Governo à categoria dos servidores públicos e, por consequência, à sociedade brasileira. Representou o Sinal na reunião o diretor de Estudos Técnicos, Daro Piffer.
Por Sinal nº 55 avalia o futuro do BNDES

“Exercícios de futurologia à parte, é certo que o Brasil repensa o papel de seu banco de desenvolvimento. Se quiser continuar a financiar projetos de alta externalidade, deverá assegurar ao BNDES condições mais favoráveis, a exemplo de seus congêneres mundo afora, como Banco Mundial, BID e KFW, que contam com outros instrumentos para praticar política de fomento. Não pagam impostos e nem distribuem lucros. Entre tributos e dividendos, em 16 anos, de 2001 a 2016, o BNDES recolheu ao Tesouro Nacional R$ 130 bilhões.”
Leia aqui a reportagem completa, que faz parte da Edição nº 55 da revista Por Sinal, em circulação.
