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Governo edita MP que adia reajustes e eleva CPSS; precisamos responder à altura
O que até então era uma ameaça, anunciada pelo Sinal no final do mês de julho, agora é uma dura realidade. O governo editou ontem, 30 de outubro, a Medida Provisória (MP) nº 805/2017, que adia os reajustes salariais dos servidores públicos federais, acordados e previstos em leis - de janeiro de 2018 e janeiro de 2019 para janeiro de 2019 e janeiro de 2020, respectivamente - e eleva a alíquota da Contribuição para o Plano de Seguridade Social (CPSS) de 11% para 14%. A suspensão dos reajustes tem efeito imediato, enquanto o desconto para a Previdência começa a valer em fevereiro de 2018.
Vamos fazer do Ato Nacional de Valorização do Servidor do Banco Central, marcado para amanhã, quarta-feira, 1º de novembro, um grande momento de demonstração de nosso repúdio a mais essa humilhação que o Governo quer nos impingir.
Venha participar. Mais do que nunca, nossa união é nossa força.
NESTA 4ª., 1/11 REUNIÃO COM A DIRAD – ATO EM APOIO AOS NOSSOS REPRESENTANTES
Ediçao 55
Valorização do servidor do BCB: calendário de mobilização
O Conselho Nacional (CN) do Sinal, em reunião na última sexta-feira, 27 de outubro, definiu o calendário das próximas mobilizações, com vistas a continuar demonstrando a disposição dos servidores do Banco Central do Brasil em buscar a sua valorização e a total rejeição às medidas restritivas anunciadas pelo governo.
Sinal 29 anos: regionais promovem celebrações pelo aniversário do Sindicato
Em comemoração aos 29 anos do Sinal e ao Dia do Servidor Público, celebrados em 28 de outubro, diversas sedes do Sindicato pelo país promoveram eventos festivos dedicados aos servidores do BCB.
CPI da Previdência aprova relatório final; nada justifica uma reforma tão nefasta aos trabalhadores
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência no Senado Federal aprovou na última quarta-feira, 25 de outubro, parecer do relator, Hélio José (PROS/DF), resultante dos meses de trabalho do colegiado. O relatório referendado apontou inconsistências na aplicação dos recursos destinados à Seguridade Social e rechaçou o suposto déficit, que serve de base para a argumentação sobre a necessidade de uma reforma tão severa ao povo brasileiro, conforme proposto por meio da PEC287/2016.


