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Novas ações, velhos erros

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  Unidade ou representação no RJ Funcionários Comissões antes do corte Comissões após o corte Redução Percentual DECAP 8 2 1 50% DEBAN 21 7 3 57% DEMAB 128 62 30 52% MECIR 94 24 20 17% Novas ações, velhos erros Diretoria do Bacen extingue Comissão de Assessor Júnior e causa insatisfação em vários departamentos. Sinal-RJ espera que a Diretoria do BCB, em nome de uma política que respeite a qualidade de vida no trabalho, destine as comissões aos seus ex-detentores. A alta direção do BCB mais uma vez confirma sua vocação: agir de forma autoritária, sem preocupação com a qualidade de vida no trabalho dos seus servidores. Como resultado, agrava-se a situação das regionais e dos departamentos que não têm sede em Brasília, que acabaram por perder suas estruturas de incentivo e gerenciamento, revelando total falta de visão corporativa da alta direção, com que objetivo? Para ampliar a concentração de comissões em alguns departamentos privilegiados? Dia 28/05/2012 ficará marcado como o dia em que centenas de colegas foram descomissionados, da noite para o dia, sem aviso ou explicação, não havendo a menor preocupação com a vida pessoal e financeira dos colegas que contavam com esses valores para honrar seus compromissos mensais. A falta de transparência é tanta que, apesar da proposta de extinção ter sido enviada pela Diretoria do BCB, em 9/4/2012, ao MPOG, muitos só ficaram sabendo do descomissionamento após a sua publicação no DO, por intermédio do Sinal, por colegas, por e-mail, etc. Nem os Chefes de Unidade foram comunicados, o que resultou num quadro funcional de difícil administração, dado o constrangimento e a insatisfação geral. Cortes das comissões ampliam o desmonte das regionais No Rio de Janeiro, o que era ruim ficou pior ainda! Demab, Mecir e diversas representações regionais foram muito prejudicadas pela trapalhada da diretoria. No Demab, 52% das comissões retiradas, tornando a gestão da Unidade uma tarefa árdua, com dezenas de funcionários desmotivados com a forma pela qual foram tratados pela diretoria. Mesmo com a volta de comissões maiores, o departamento perdeu quase 40% das comissões que detinha. No Deban do Rio, o estrago foi maior, com a retirada de 57% das comissões. No geral, o Rio de Janeiro viu suas comissões reduzirem em 30%. É ilógica a ação da alta direção do BCB, ao esvaziar as regionais e querer concentrar cada vez mais o estoque de comissionamentos. Principalmente num momento de salários defasados.

O Regulamento do Sinal-Prev está em discussão. Sua opinião é importante. Participe!

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Sua opinião, dúvidas e sugestões são imprescindíveis para o processo de construção e implantação do SinalPrev, conforme noticiado no Apito Brasil 61.   Veja a atual versão do regulamento. Também já está no ar o blog SinalPrev.   Consulte! Comente! Contribua! O SinalPrev pertencerá a todos nós!  

Líder do governo na Câmara discute negociação salarial com dirigentes sindicais

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As entidades das carreiras típicas de Estado reuniram-se na tarde de ontem, 31, com o líder do governo na Câmara, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP),...

Sem respostas do governo, após nova reunião com o Planejamento, fórum das 32 entidades de servidores ampliam mobilização

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Mais uma vez sem propostas a apresentar, o governo, representado pelo Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), apelou novamente para a crise internacional...

O Globo aponta equívocos na votação

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    Clique na imagem para ampliar     O SINAL-RJ convida os servidores para uma manifestação hoje na Câmara Municipal contra o aumento do gabarito Ponto de Encontro – Porta do BC, às 14 hs Abaixo, reproduzimos trechos da matéria de hoje sobre a votação do Projeto Gamboa.   Câmara vota nesta quinta-feira projeto que altera gabaritos de prédios no Rio Luiz Ernesto Magalhães (O Globo – Rio – pg. 24)  RIO - A Câmara dos Vereadores deve votar nesta quinta-feira, em última discussão, dois projetos de lei que alteram a legislação urbanística da cidade, aumentando o gabarito de terrenos da Zona Portuária e de Botafogo para atender a interesses do Banco Central (BC) e do produtor Luiz Carlos Barreto, respectivamente. De iniciativa do prefeito Eduardo Paes, os projetos viraram motivo de polêmica entre urbanistas e vereadores de oposição. Eles reclamam que alterações pontuais na legislação como essas, de iniciativa da prefeitura, são frequentes e contrariam o Plano Diretor da cidade ao serem feitas sem levar em conta os impactos que possam produzir na coletividade. A regra tem que valer para todo mundo. Concessões ferem o Plano Diretor porque são sem planejamento. Não levam em conta o que foi traçado para o entorno — alega o professor Adauto Lúcio Cardoso, do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional (Ippur) da UFRJ. No caso do BC, o projeto propõe aumentar o gabarito de um terreno na Rua Rivadávia Corrêa de 18 para 33 metros. O terreno fica numa área do projeto Porto Maravilha, que se valorizou com a aprovação, há dois anos, de uma nova legislação da Zona Portuária para revitalizar a área. Com base nas regras atuais, o BC já começou a construir a nova sede de seu Departamento de Meio Circulante. O órgão funciona como uma central de distribuição de cédulas novas e para lá também são destinadas cédulas e moedas que saem de circulação para serem destruídas. Sem entrar em detalhes, o órgão confirmou ontem o interesse de transferir mais instalações para o novo prédio, o que dependeria da mudança na legislação.     Sindicato é contra projeto do Banco Central O Sindicato dos Funcionários do BC afirma que a intenção é transferir a sede da Avenida Presidente Vargas para a Zona Portuária. A categoria é contra. O diretor de comunicação da entidade, Sérgio Prata, alega que a sede atual, além de estar bem localizada para atender ao público, passou por reformas recentes que custaram R$ 20 milhões. Em Botafogo, como informou ontem o jornal “Folha de São Paulo”, o projeto aumenta de três para quatro pavimentos o gabarito de um prédio. Isso viabilizaria o projeto de Barreto de transformar o local num centro cultural cinematográfico. O imóvel fica na Rua Visconde de Caravelas, numa área sob a influência da Apac do bairro. O prédio é classificado como preservado. Ou seja, pelas regras atuais, poderia apenas passar por reformas internas com autorização prévia dos órgãos de preservação. Mas o gabarito não poderia ser alterado. Luiz Carlos Barreto não foi localizado ontem pelo GLOBO para comentar o projeto. Os projetos são os primeiros da sessão extraordinária convocada para analisar prioritariamente projetos de interesse dos parlamentares. Através de sua assessoria, o prefeito Eduardo Paes defendeu os projetos afirmando que são importantes para a cidade e têm interesse público. ----------------------------------------------------------------- Ex-procuradora do município, a vereadora Sônia Rabello (PV) diz que votará contra os projetos do BC e do cineasta Luiz Carlos Barreto: — É errado legislar pontualmente para atender a interesses individuais. A legislação urbanística estabelece regras gerais para os bairros com base em particularidades de cada área.     

Quebra do gabarito do prédio do BCB na Gamboa foi aprovado

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    A Câmara de Vereadores aprovou, nessa tarde, o Projeto 47/2011, que permitia a quebra do gabarito no terreno onde está sendo construído o prédio do Banco Central na Gamboa. O projeto foi aprovado, em segundo turno, por apenas 26 votos, que é o limite mínimo para aprovação de projetos dessa natureza, ou seja, por apenas um voto o projeto não foi rejeitado. O 26º voto só foi obtido nos últimos momentos da votação. Caso tivesse obtido apenas 25 votos, o projeto só retornaria ao plenário na próxima legislatura, ou seja, em 2017. Cerca de 10 servidores do BCB, representando o SINAL-RJ, passaram toda a tarde na Câmara de Vereadores conversando com os vereadores, chegando muito perto de uma vitória, que só não aconteceu porque o prefeito Eduardo Paes mobilizou toda a máquina de poder da prefeitura, e colocou 46 vereadores no plenário, mas a bancada governista chegou a temer por uma derrota. Cabe lembrar que no 1º turno de votação, o projeto foi aprovado por 30 votos a favor. Cerca de oito vereadores alteraram seus votos, após o trabalho do Sinal-RJ. A vereadora Sonia Rabello (PV) informou ao plenário da Câmara, que o Ministério Público já foi acionado, pois existem fortes indícios de que as obras do novo prédio do BCB não respeitaram os padrões exigidos para preservação do sítio arqueológico que existia no local, durante as escavações das fundações. No próximos dias, o Sinal-RJ publicará a relação dos vereadores que votaram a favor, e contra, os interesses dos funcionários do BCB-RJ.

Assembleia de 30 de maio reúne cerca de 600 servidores

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Assembleia Geral Nacional do Sinal, feita em conjunto com o Sintbacen e com a participação do Sindsep-DF, reuniu aproximadamente 600 servidores do Banco Central em Brasília para manifestar e decidir sobre o encaminhamento do movimento de mobilização. A ampla maioria dos participantes aprovou o indicativo de paralisação proposto pelas carreiras de estado, marcando assembleia de avaliação para o dia 18 de junho.

Resumo da reunião de 25 de maio das Entidades com o deputado Amauri Teixeira

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A pedido do Sinal, o deputado Amauri Teixeira organizou no último dia 25 um encontro entres várias entidades representativas dos servidores participantes da PEC 147/2012.

Com a palavra o filiado

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Servidor(a), 1389 colegas seus que já nos honram com sua confiança. Saiba com alguns deles porque você também deve se filiar ao Sinal-DF.

Apito Brasil