Inicial 2012

Arquivos

Falecimento do Sr. Duvanier Paiva

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Faleceu nesta madrugada, em Brasília, de enfarto fulminante, o Secretário de Recursos Humanos do Ministério do Planejamento Orçamento e Gestão, Duvanier Paiva. Natural de São Paulo,...

Mobilidade

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Mais 130 novos colegas estão sendo chamados, conforme já divulgado. São 98 analistas e 32 técnicos. Todas as vezes em que há novos ingressos,...

“Termo de Compromisso de Manutenção de Sigilo”

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Com respeito à exigência da assinatura do “Termo de Compromisso de Manutenção de Sigilo” – Ordem de Serviço 4.713 –, e, considerando as incertezas...

Banco do Brasil – Atendimento

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Como a maioria dos servidores do BC recebe seus salários pelo Banco do Brasil, os presidentes do Sinal nacional e da regional de Brasília,...

Reunião do COPOM

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Algumas das razões que levam o SINAL a defender maior redução da taxa SELIC na reunião de hoje

Vereadora Sonia Rabello denuncia gastos desnecessários na obra BC-Gamboa

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Obras do  futuro prédio do BC  (foto publicada no blog da vereadora Sonia Rabello)     Em matéria publicada ontem, 16, em seu blog, a vereadora Sonia Rabello (PV) cobrou do Governo Federal a "disponibilidade" de verbas, ao seu ver, desnecessárias, para ampliação das obras do prédio do Banco Central em construção na Gamboa, enquanto outras prioridades são deixadas de lado, como  investimentos na construção de habitações populares.  A vereadora, especialista em planos diretores, afirma que para efetivar o projeto de lei complementar 47/2001 do Executivo Municipal "ter-se-ia que alterar as leis gerais da área portuária, para ampliar, só para o Banco Central, o gabarito (altura) da construção já em execução".  Leia a íntegra da denúncia: http://soniarabello.blogspot.com/2012/01/banco-central-no-rio-dinheiro-sobrando.html  

A edição número 36 da Por Sinal, a última de 2011, está especial.

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 O presidente Alexandre Tombini, em entrevista para a Por Sinal, afirma estar confiante na atuação do Banco Central do Brasil em várias frentes.  De sua entrevista, destacamos duas questões corporativas:  “Quais ações podem ser articuladas pela Diretoria do Banco para alcançarmos o topo da carreira do Executivo?” e “O que a administração do Banco Central pode fazer para mitigar a judicialização das demandas trabalhistas de seus funcionários?”. Veja na revista o que o Presidente diz sobre essas questões.   Na matéria “Receita amarga para enfrentar a crise”, denunciamos a estagnação do processo de valorização do serviço público e a falta de definição do atual Governo de uma política salarial clara para os servidores públicos.   Abordamos novamente a questão da inclusão financeira, onde as avaliações do Banco Central e do mercado são de que as políticas adotadas vêm funcionando; entretanto, parlamentares e sindicalistas questionam as medidas tomadas, principalmente, a criação do correspondente bancário. Sobre esse tema, apresentamos ainda a proposta de criação do Sistema Nacional de Finanças Solidárias, que prevê o reconhecimento dos bancos comunitários, suas moedas, e dos fundos sociais.   Sobre o sistema financeiro e a sustentabilidade ambiental, questionamos a falta de transparência e a excessiva publicidade. Uma pesquisa do Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (GVCes) concluiu que os maiores bancos privados que atuam no Brasil nem sempre são transparentes no compromisso com a sustentabilidade ambiental numa de suas principais ações: a liberação de crédito.   Leiam também um artigo escrito pelos colegas José Paulo Vieira e Ricardo Luis Piccoli sobre o impacto dos juros básicos na sociedade no excelente artigo “Basta de confisco da renda via aumento de juros: pela maior qualidade da política monetária”.   Por fim, nossa “Prata da Casa” entrou no BC em 1976, nunca faltou ao trabalho, comanda a Casa Forte de Belém há décadas e é um vulcão, Ronaldo Vulcão.

Apito Brasil