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Rio de Janeiro se mobiliza e não aceita arrocho salarial como solução para a crise
Rio de Janeiro se mobiliza e não aceita arrocho salarial como solução para a crise
Na Assembleia Geral Nacional realizada ontem, dia 15/9, no Rio de janeiro, foi contextualizada a questão salarial a partir do avanço da crise econômica internacional e do equivocado posicionamento do Governo em arrochar os servidores públicos como medida de contenção de despesas.
A AGN do Rio contou com a participação de 60 funcionários, tendo sido aprovado, com 59 votos a favor e 1 abstenção, que o Sinal apresente uma pauta alternativa de inclusão de emenda à PEC 443/2009, procurando garantir à carreira de especialista do Bacen a remuneração de 90,25% do subsídio mensal fixado para os ministros do STF também pleiteada pelos Auditores Fiscais, Tributários e do Trabalho da União.
Foram discutidos também a "Questão Gamboa" e a ameaça de corte das comissões de assessor júnior, com sérias consequências, particularmente no Demab, onde existe grande concentração dessas comissões.
A mobilização tem que continuar
O SINAL-RJ conclama os servidores cariocas a exercerem seu direito democrático e participarem da votação eletrônica por intermédio da qual o SINAL Nacional submete a categoria a pauta de reivindicações aprovada na 24ª AND. Uma votação massiva fortalecerá a ação do Conselho Nacional do Sinal na luta pela aprovação e implantação dos itens constantes nas pautas.
Estarão em votação:
. Pauta salarial;
. Pauta administrativa;
. QVT, saúde e PASBC;
. Outros assuntos
A consulta, que já está em andamento, será realizada por meio de votação eletrônica (VE) até as 17h00 do dia 23.9 (próxima 6ª.f).
Clique aqui para participar da Votação Eletrônica.
Reposição já das perdas acumuladas desde 2008!
Extinção da comissão de Assessor Júnior
Extinção da comissão de Assessor Júnior
Boato ou Verdade? A direção do BC tem que se pronunciar
O Sinal-RJ recebeu através de vários filiados a informação de que as comissões de assessor júnior serão extintas a qualquer momento. Se isso ocorrer, 43 servidores do Rio de Janeiro e cerca de 260 em todo Brasil verão o reconhecimento do seu trabalho ser desprezado de uma hora para outra. Mais uma vez, são tomadas medidas que afetam o corpo de funcionários, sem que esses sejam ao menos consultados.
Diretoria do BC investe na desmotivação do quadro funcional
A história se repete. O Banco Central opta pela falta de transparência e não se pronuncia oficialmente sobre direitos e dúvidas de seus servidores. Diante desse descaso, que resulta em insegurança e intraquilidade no ambiente de trabalho, perguntamos
· O que motiva a Diretoria do Banco a extinguir as comissões de assessor júnior, caso isso seja verdade?
· Como ficará o andamento do serviço, já que vários colegas que recebem essa comissão exercem funções de chefe de equipe, na falta de outras comissões mais dignas nas regionais?
· Como ficará a motivação dos colegas que viam na comissão uma compensação por maior responsabilidade de suas tarefas?
. Como ficará a motivação do corpo de servidores não comissionados (atuais e futuros) em vista de uma carreira mais verticalizada, com menor chance de ascensão profissional?
· Procede a informação de que o valor financeiro das comissões extintas será convertido em comissões de nível hierárquico mais elevado e retornarão às áreas de origem em quantidade bem menor?
· Haverá "confisco" desses valores pela Diretoria para aumentar a concentração de comissões na sede ou em alguma unidade específica?
Com a palavra, a direção do Banco Central...
Chega de omissão e atos na surdina.
Transparência é fundamental.
