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REFORMA DA PREVIDÊNCIA: CHEGARAM AS TRÊS PRIMEIRAS DÚVIDAS DE COLEGAS

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ENCAMINHE MENSAGEM PARA O E-MAIL gerenciarj@sinal.com.br  SUAS PERGUNTAS SERÃO RESPONDIDAS POR LUIZ ROBERTO PIRES DOMINGUES JUNIOR, CONSULTOR DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DO SINAL.

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Previdência: PDT apresenta destaque em defesa de transição mais justa para servidores

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A bancada do PDT na Câmara, liderada pelo deputado André Figueiredo (CE), apresentou como destaque ao texto da reforma da Previdência emenda em que...

Em entrevista, Paulo Lino destaca risco de RH no BC

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Em entrevista ao portal Folha Dirigida, o presidente do Sinal, Paulo Lino, destacou o elevado esvaziamento de quadros no Banco Central e os riscos...

Número 1

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  • Prioridade do Sinal-BH em julho/2019:entrarmos com mais ações judiciais contra o aumento ilegal e abusivo do PASBC
  • Autonomia do Bacen: os riscos que não aparecem em destaque na mídia
  • O SINAL-BH está apoiando o Forró Trem de Doido
  • Novos convênios
Leia a íntegra

PEC 6/2019 elevará, significativamente, exclusão previdenciária, alerta especialista

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A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 6/2019 - reforma da Previdência - impedirá a aposentadoria de milhões de trabalhadores brasileiros. A sentença, exaustivamente repetida por diversos estudiosos do setor previdenciário, ganha ainda mais respaldo com levantamento produzido por uma equipe de economistas, capitaneada pela professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Denise Gentil.

Os resultados da análise técnica foram apresentados pela especialista, durante reunião da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Previdência, nesta terça-feira, 25 de junho, na Câmara dos Deputados. O presidente, Paulo Lino, o diretor de Relações Externas, Francisco Tancredi, e a diretora de Ações Estratégicas do Sinal, Andreia Medeiros, acompanharam a atividade.


Segundo Gentil, o prognóstico para a classe trabalhadora é desolador. O estabelecimento de idades mínimas conjugadas ao aumento do tempo de contribuição produzirá cenários cruéis.

O estudo aponta que os trabalhadores que hoje se aposentam por idade somente conseguem contribuir, em média, com 5,1 parcelas por ano, em função do elevado desemprego, informalidade e baixos salários. Portanto, nem mulheres, nem homens, conseguirão se aposentar com as idades mínimas de 62 e 65 anos, respectivamente. “Homens que completam 65 anos de idade, tendo 15 anos de contribuição, com a reforma terão de continuar trabalhando até alcançar, em média, a idade de 76,8 anos”, exemplifica.

Ainda de acordo com os dados levantados, 56,6% dos homens que se aposentaram em 2016 não teriam conseguido o benefício com as regras da PEC 6/2019. Já para as mulheres, o resultado é ainda mais impressionante, alcançando 98,69%. Veja o release do estudo desenvolvido pela economista e sua equipe.

Em nota pública, divulgada após o evento, a Frente Parlamentar destaca que a proposta de reforma, mesmo após substitutivo apresentado pelo relator na Comissão Especial, deputado Samuel Moreira (PSDB/SP), preserva “inúmeras injustiças dirigidas ao conjunto dos trabalhadores”, bem como impõe parâmetros “incompatíveis com a realidade brasileira, inequivocamente muito desigual”.

Reforma em debate

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A professora Denise Gentil participa do painel “Reforma da Previdência: Um debate para ajudar a construir o futuro do Brasil”, promovido pelo grupo de comunicação Metrópoles, em parceria com entidades representativas dos trabalhadores do serviço público e privado, entre elas o Sinal.


O evento ocorrerá amanhã, 27, no Teatro dos Bancários, em Brasília, e terá transmissão ao vivo, pelo site e pela página do Metrópoles no Facebook.

Veja aqui mais informações sobre a programação.

Apito Brasil